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13 de janeiro de 2010

Springbok


O springbok mede menos de 1 metro de altura, mas pode saltar, quando parado, até três metros no ar.


Este pequeno antílope pasta em pequenas manadas nas áridas planícies do Sul de África.




Quando o springbok se assusta, salta e eriça a crista de pêlo branco que tem no dorso. Assim, avisa do perigo os outros animais.


O springbok é o emblema nacional da África do Sul. Este país abrigava milhões deles, mas os caçadores mataram a maior parte.

Elefante

Os elefantes africanos são os maiores animais terrestres que vivem na Terra.
Um macho pode pesar tanto como oito automóveis familiares e necessita de mais de 200 kg de comida por dia. Passa mais de 16 horas diárias a comer, sobretudo erva.



Os elefantes também derrubam árvores para comer as folhas e os frutos e roem o tronco até chegarem às sumarentas camadas internas.





Os elefantes podem dormir de pé, mas nunca dormem muito tempo. Os elefantes africanos podem viver cerca de 70 anos.


As presas de marfim dos elefantes chegam a medir três metros.

Avestruz


A avestruz é uma ave, mas não pode voar. As suas asas são demasiado pequenas para suportarem o seu pesado corpo.

Um macho de avestruz pode medir 2 metros e meio e pesar mais de 130 quilos.



Podem correr pelas savanas africanas a uma velocidade superior a 60 km horários.

As avestruzes comem quase tudo o que encontram. Em algumas zonas da África, são criadas em quintas para obtenção da pele e de carne.

O macho da avestruz tem várias esposas e todas põem os ovos no mesmo ninho. Cada ovo pode pesar até 1 kg. Eclodem ao fim de cerca de 6 semanas.

A avestruz tem dois grandes dedos em cada pata. São muito fortes e usam-nos para se defender.

Gaivotas

As gaivotas são, na sua maioria, pássaros roliços com asas cinzentas. Encontram-se em quase todas as costas do mundo e, muitas vezes, seguem os barcos.


As gaivotas são grandes carnívoros e comem de tudo. Algumas nunca saem para o mar e passam o tempo nas lixeiras ou nas quintas.




Existem cerca de 45 tipos de gaivotas. O gaivotão (gaivota de dorso negro) é a maior. Mede 80 cm e as suas asas têm uma envergadura de 150 cm.


A gaivota mais pequena é a gaivota-anã que mede apenas 28 cm.


As gaivotas podem viver mais de 30 anos.

16 de dezembro de 2009

Pinguim-anão

Os pinguins-anões são os pinguins mais pequenos do mundo. Vivem nas costas rochosas da Nova Zelândia e da Austrália.




Alimentam-se de peixes nas águas costeiras, durante o dia, e aproximam-se da costa para dormir, durante a noite.


Ao contrário dos outros pinguins não formam colónias numerosas e cada casal nidifica isoladamente.


Este animal constrói os seus ninhos em covas onde os filhotes se abrigam do sol.


Os pinguins-anões medem cerca de 40 cm de altura. Devido à sua cor, também são chamados pinguins-azuis.



Reflexão:

Os pinguins-anões são bastante menos numerosos do que costumavam ser. Muitos morreram atacados por cães, gatos e outros animais trazidos pelos colonos europeus. A maior parte dos pinguins restantes vive agora nas costas e ilhas mais afastadas.

Uma coisa que nós descobrimos durante a pesquisa foi que, apesar desta espécie estar preparada para a vida em águas frias, nem todos vivem na Antárctida. Por exemplo: o pinguim-do-Cabo vive na costa so sul de África e o pinguim das Galápagos vive ao norte, perto do equador.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Fradinho


O fradinho é famoso pelo seu grande bico colorido e pelo seu modo de caminhar, semelhante ao de um palhaço.




Parece um pinguim a andar mas, ao contrário destes, pode voar.


Alimentam-se de peixe e, no Inverno, “adentram-se” no mar.


No Verão, vivem nas costas do Atlântico Norte e nas ilhas do oceano Árctico.


Os fradinhos nidificam em covas no alto das escarpas. Muitas vezes, usam velhas tocas de coelhos. As fêmeas põem normalmente apenas a um ovo.


As enguias-da-areia constituem a base da sua dieta. Podem levar até 30 destes pequenos peixes nos seus bicos.


O fradinho voa bem, embora pareça ter o corpo demasiado grande para as suas pequenas asas.


Este animal usa as suas grandes patas espalmadas para mudar de direcção e para, quando voa.



Reflexão:

O aspecto que nos cativou mais a atenção foi o facto de as placas ósseas de cores vivas que ele tem no bico cairem depois da estação de acasalamento. O bico, que ele usa muito durante os rituais de acasalamento e em combate, passa depois a ser empregado apenas para apanhar peixes.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Paguro


O paguro parece-se mais com um camarão do que com um caranguejo. Tem o corpo comprido e mole e protege-se vivendo numa concha vazia de búzio ou de outro caracol marinho. Dois fortes ganchos na cauda mantêm-no preso na concha.



À medida que cresce, o paguro muda para outra concha maior. Alimenta-se principalmente de animais mortos.


A pinça direita é maior do que a esquerda e fecha a concha quando o caranguejo descansa dentro dela.


Antes de mudar de casa, o paguro verifica o seu tamanho com as pinças, para ver se é grande.


Muitas vezes uma centopeia partilha a concha do caranguejo. Rouba-lhe pedaços de comida, mas não lhe faz mal.


As anémonas-do-mar crescem amiúde nas conchas dos paguros. As anémonas protegem o caranguejo com os seus aguilhões. Em contrapartida, o caranguejo transporta-as para novos locais de caça.


Reflexão:

O paguro vive junto de rochas e arrasta uma concha onde se abriga. Fora da concha ele fica vulnerável, pois seu abdómen é desprovido de carapaça. Quando a concha em que se refugia fica pequena, ele procura outra maior e chega a matar o molusco do qual quer a concha. Algumas espécies de paguros chegam a retirar as actínias fixas em rochas e alojam-nas sobre a concha que lhe serve de proteção. Desta relação resultam benefícios para ambas as partes. Isto demonstra que nenhum ser vivo consegue viver completamente isolado...


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Preguiça


A preguiça faz quase tudo com a boca virada para cima. Passa praticamente toda a vida dependurada das árvores, na América do Sul e central.





É um dos mamíferos mais lentos e pode passar toda a vida numa só árvore. Quando desde ao solo, a preguiça não sabe andar e arrasta-se com a ajuda das suas longas garras.


Dependuram-se das suas enormes garras em forma de gancho. Há vários tipos, alguns apenas com duas garras nas patas dianteiras.


Na pele crescem-lhes algas. As lagartas também vivem na sua pele e alimentam-se dessas algas.
Têm uma só cria de cada vez. Esta mantém-se agarrada ao corpo da mãe durante várias semanas.


A pelagem dos mamíferos vai das costas para o ventre. A das preguiças vai na direcção contrária para a chuva escorregar.


A sua velocidade máxima, quando se deslocam pelos ramos, é de 1km/h. No solo, é ainda mais lenta.


Medem entre 50 e 100 cm.



Reflexão:

As preguiças são dotadas de grande força muscular e resistência física. No entanto, os seus movimentos são sempre muito lentos, muito vagarosos, e as reações retardadas. Em contrapartida, na água, quando forçada, nada com agilidade. Outra particularidade interessante é que costumam dormir tranqüilamente cerca de 14 horas por dia, nos galhos altos das árvores, dando a impressão de que nada interrompe esse descanso.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Raposa voadora


Não se trata de uma raposa mas sim de um morcego que se alimenta de fruta, mas tem um focinho semelhante ao da raposa.




Existem vários tipos na Ásia e na Austrália. Vivem em bandos, comem fruta e estragam as árvores.

As suas asas são feitas de uma pele muito flexível, esticada entre os seus longos dedos. Elas atingem quase dois metros, mas o morcego pesa apenas 1 kg.


Reflexão:

As raposas-voadoras são caçadas para alimentação, remédios e desporto. Os caçadores começam a busca pelos animais ao anoitecer, enquanto os morcegos saem para a sua própria caçada noturna. Esta práctica tem colocado a espécie em vias de extinção.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Camaleões


Os camaleões são lagartos de movimentos lentos que vivem nas árvores. Nas selvas de África, vivem muitas espécies diferentes deste animal. Embora o camaleão se mova muito de vagar, é muito habilidoso a capturar insectos. Caça-os com a sua língua comprida e pegajosa, que lança a grande velocidade.




Possui uma cauda muito felexivel, que enrosca em redor de pequenos ramos para uma maior fixação e segurança.

Os olhos do camaleão podem girar em qualquer direcção. Este animal pode olhar para diante com um olho e para trás com o outro.

A sua língua pode ser mais comprida do que o corpo e demora apenas uma fracção de segundos a sair da boca e regressar de novo.

Têm a capacidade de mudar de cor e aspecto para se camuflarem com o ambiente.



Reflexão:

A família teve origem há mais de 100 milhões de anos, quando se separou da família Agamidae, de acordo com o registo fóssil. Sua pele possui bastante queratina, o que apresenta uma série de vantagens (em especial, a resistência). Mas essa característica faz com que o camaleão precise fazer a "muda" de pele durante seu crescimento (a pele antiga descama, dando lugar a outra), assim como fazem as serpentes e outros lagartos. Estas características aproximam este animal de outras espécies.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

15 de dezembro de 2009

Calaus


Os calaus vivem em África e na Ásia. Têm um bico enorme mas não tão pesado como parece. Este longo bico ajuda-os a atingir a fruta que cresce longe, nos ramos finos.





Os calaus nidificam em cavidades das árvores. Depois de a fêmea se instalar na cavidade apropriada, bloqueia a entrada com o barro que o macho lhe traz. Deixa apenas espaço suficiente para pôr o bico de fora. Fica lá fechada até os ovos eclodirem.


O seu parceiro traz-lhe comida várias vezes ao dia.


A fêmea choca os ovos durante oito semanas. Nesse período, perde quase todas as penas e nasce-lhe uma nova plumagem.


No ninho não há muito espaço e a fêmea tem de dobrar a sua longa cauda.


Quando os ovos se quebram, ela derruba a parede de barro e sai para ajudar o macho a obter comida para as crias.



Reflexão:

Uma característica muito peculiar desta ave é o facto de se "fechar" numa árvore enquanto nidificam.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Mandril


São macacos que vivem no solo, nas selvas da África Central. A cor roxa do rosto dos machos torna-se mais intensa quando ficam irados.




  • Andam sobre as patas dianteiras e traseiras.


  • Utiliza os seus dedos longos para agarra na comida e levá-la à boca.


  • Vivem em grupos familiares e comunicam por meio de grunhidos.


  • Dormem nas árvores.


  • As fêmeas e as crias não têm cores tão atraentes como os machos.


Reflexão:

Achamos este animal curioso devido às suas cores faciais. À medida que íamos desenvolvendo este artigo, o nosso fascício foi aumentando. Na nossa opinião, é um animal bastante cativante.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Lémures de Madagáscar


Os lémures são parentes afastados dos macacos. Há 22 tipos diferentes e vivem apenas na ilha africana de Madagáscar. Sobreviveram lá durante milhões de anos porque nunca houve macacos de verdade na ilha, com os quais tivessem de competir.


A maioria dos Lémures vagueia pelos bosques em pequenos grupos. Alguns mantêm a actividade durante a noite, mas a maioria alimenta-se de dia. Comem fruta, folhas, cascas e insectos.



Índris saltador: É o maior dos lémures. Mede mais de um metro de comprimento. Dá saltos espectaculares nas árvores. No solo, salta sobre as suas grandes patas traseiras.




Aiai nocturno: É do tamanho de um gato, sendo muito raro e estranho. Os seus grandes olhos e orelhas mostram-nos que é uma criatura nocturna. Extrai insectos das fendas das àrvores, com o dedo central em forma de cabo. O Aiai também utiliza o dedo fino para pentear a pelagem. Durante o dia, passa o tempo no tronco escavado de uma árvore ou entre os ramos.




Maquis de cauda anelada: São os únicos que passam muito tempo no solo. Vivem em grupos de até30 indivíduos. As suas caudas medem até 60cm. Com ela, indica a outros maquis que a área está ocupada.



Reflexão:

Actualmente, são muito menos numerosos do que era há cerca de cem anos. Alguns estão em verdadeiro perigo de extinção, porque as selvas de Madagáscar estão a ser destruídas. Mas devido ao grande atractivo que os lémures constituem estão a criar-se reservas especiais para eles.


Chinery, Michael. Enciclopédia dos animais selvagens. León-Espanha. Editorial Evergráficas.

Nova espécie de "lagarto-leopardo" vietnamita


A ONG Fundo Mundial para a Natureza (WWF) divulgou a foto de uma nova espécie de lagarto, o Goniurosaurus catbaensis. Ele foi descoberto no Parque Nacional da Ilha Cat Ba, no norte do Vietnã.




Além do G. catbaensis, a WWF apresentou mais 162 espécies novas, descobertas no ano passado, apenas na região do Grande Mekong, um santuário da biodiversidade que se estende por cinco diferentes países.


Reflexão:

Esta notícia remete para o carácter misterioso da mãe natureza, que nos presenteia, cada dia que passa, com novas espécies. Estas irão, de algum modo, beneficiar o ser humano, nem que seja pela satisfação de ter feito uma descoberta.


http://www.maskate.com.br/?pg=ver.news&id=5291